Episódio 5 – Assistência Espiritual – Eurípedes Barsanulfo e Emílio Luz




















Fósseis são encontrados com a ajuda dos espíritos



Fósseis são encontrados com a ajuda dos espíritos

A vida do médium Langerton era a da simplicidade e da austeridade de quem soube lidar através da fé com os inúmeros revezes que a vida nos impõe. Sempre dedicado a ajudar os seus pais, Paulino Domingos da Cunha e Dona Neves Maria dos Santos no sustento da casa, trabalhava com afinco dia e noite desde muito Jovem. Com isso formava um caráter probo e de muita responsabilidade. O lar em que morava enfrentava as dificuldades materiais naturais do habitat rural que não faculta oportunidades fáceis e foi por esta razão que ele estudou apenas até a sétima série escolar. Esse foi só mais um dos caprichos Divinos na vida do médium, pois mais tarde, sem diplomas escolares, impressionaria a ciência médica e as academias de ciência do mundo com a sua sabedoria a respeito das ervas medicinais e sobre a paleontologia.

Nota: O Sr. Paulino Domingos da Cunha (pai Langerton) trabalhou ao lado do médium Eurípedes Barsanulfo em Sacramento.

Ao final de sua existência o saudoso professor possuía na parede do seu escritório (quando digo escritório me refiro a uma minúscula peça com uma mesa onde ele guardava objetos de sua trajetória na terra – mensagens psicografadas, livros e etc) cerca de 22 diplomas que recebeu pela participação em congressos e seminários sobre paleontologia e sobre fitoterapia.

Foi no “congresso Nacional de Medicina Natural” realizado em Belo Horizonte em 1990 que ele apresentou em público, pela primeira vez a “Homeopatia do lar no Campo da Fitoterapia”. Esse foi o nome que os espíritos Emilio Luz e Eurípedes Barsanulfo deram ao trabalho que era realizado com as ervas medicinais em Peirópolis, através da sua prodigiosa mediunidade. Foi neste Congresso que foi reconhecido por um grupo que representava a África e que lhe conferiu o Título de “Babaolaxim das Plantas” ou o mais sábio sobre a matéria das plantas medicinais.

Sim, a Homeopatia do Lar, pois foi ligada as dosagens homeopáticas (posologia ou frequência de tomar os remédios) apresentada por Samuel Hahnemann (pai da Homeopatia) às dinamizações de tinturas de ervas medicinais que por sua vez originou o complemento do título: no campo da fitoterapia.































Foto do Congresso em Belo Horizonte que o consagrou o Sábio das Plantas Medicinais



Todas as fórmulas, formas de preparação, indicações e identificações das plantas lhe foi ensinado pelos espíritos, sobretudo Emílio Luz e Eurípedes Barsanulfo com a condição de que ele deveria realizar o trabalho de consulta e distribuição de remédios gratuitamente, conforme os preceitos evangélicos: dai de Graça o que de graça recebeste (Jesus – São Mateus X, 8), promessa que cumpriu até o Final de sua vida. Levava isto tão à sério que todos os seus alunos que começavam com ele os estudos tinham que assinar um termo de responsabilidade no seu livro: “Eu,… perante Jesus e a espiritualidade superior me responsabilizo pelas fórmulas recebidas e que não serei um vendilhão do Templo”. A isso estava incluído manter o segredo sobre os conhecimentos que os espíritos ensinaram. Esta força moral do trabalho persiste até hoje nas mais de 50 boticas espalhadas por todo o Brasil e também no exterior (há uma botica em funcionamento na África) e assegura a assistência da espiritualidade superior.

E foi por isso, pelo fato de todo este conhecimento ter sido adquirido com os espíritos, que nosso saudoso professor sempre testemunhou com aquela humildade que lhe era característica, que todos os títulos que ele recebeu foi por mérito e honra aos espíritos que sempre lhe ajudaram em todos os momentos de sua vida. Uma justiça que ele sempre fazia em suas declarações.

Mas aqui cabe reconhecermos também que o médium Langerton facilitou em muito a assistência dos espíritos. Embora ele não tenha estudado estas ciências em nenhuma faculdade terrena, guardava em seu espírito uma longa bagagem de várias reencarnações como médico e/ou cientista nesta área. Com certeza isso ajudava em muito a ação dos espíritos que buscavam nos arquivos de sua memória extra cerebral o material para fazê-lo entender as matérias que lhe eram ensinadas, ainda que ele não tivesse estudado. Diríamos que os espíritos lhe ensinavam e, também, lhe ajudavam a recordar o que já sabia.



O Concurso


Certa vez, contou-nos ele, que após a posse do presidente da República Emílio Garrastazu Médici em 1969, este decretou que todo o funcionário público deveria ser concursado. Com isso ele que era funcionário do governo, do Ministério das Minas e Energia, pela exploração de fósseis, deveria passar em uma prova ligada a esta matéria, a Paleontologia.

Logo ficou muito apreensivo, pois o movimento em Peirópolis ganhava Vulto, os espíritos já haviam assentado as bases do trabalho naquele Lugar e se ele perdesse o emprego, o que aconteceria se ele não passasse no concurso, ficaria muito difícil sustentar aquela obra.. talvez tivesse que ir embora.. Isso o preocupou muito e guardando a fé em seu coração, característica nata que trouxe nesta existência, se dirigiu a Belo Horizonte onde a prova seria feita. Existia apenas uma vaga para o trabalho no museu de Peirópolis e uma centena de candidatos se apresentaram, todos eles, com exceção do inesquecível médium, tinham curso acadêmico superior em Paleontologia ou em alguma matéria ligada ao assunto.

- Eu cheguei lá e vi a fila de universitários com quase cem pessoas e fiquei por último.

Tava meio acanhado ouvindo a conversa de todos que falavam muito bonito sobre os temas e eu disse pra mim baixinho: Só os espíritos para me salvar. Emílio Luz, Eurípedes me socorram! Não poderia deixar Peirópolis naquela altura do trabalho. – Aquela garotada me olhava com desdém, pois embora tenha ido com a melhor roupa que tinha, parecia um matuto na frente daquela moçada.

- Chegou a hora de entrar para a sala, a fila começou a andar e quando coloquei o primeiro pé dentro da sala de aula ali estavam me esperando os espíritos de Eurípedes Barsanulfo e Emílio Luz que disseram: Você não vai precisar deixar aquelas terras. Confie em Deus, pois nós vamos te ajudar nesta prova.

-Então eu sorri e ninguém entendeu a minha felicidade. Resultado, passei em primeiro lugar com 100% de aprovação no exame e com isso conquistei o direito de lá trabalhar até a minha aposentadoria, após 42 anos de trabalho.

Foi um espanto geral que chamou a atenção da banca examinadora pela superioridade das respostas que foram dadas. Ainda, como tarefa final tinha que se fazer uma dissertação sobre algum tema ligado a Paleontologia e o nosso querido médium, com a ajuda das entidades espirituais escreveu um tratado sobre os quelônios (as tartarugas pré-históricas) que lhe rendeu menções em revistas e foros internacionais desta matéria.

Após a sua desencarnação o departamento de Paleontologia do estado de Minas Gerais homenageou o inolvidável trabalhador de Peirópolis dando o seu nome a uma nova espécie de quelônio pré-histórico encontrado naquela região, com 70 milhões de anos,e catalogada em 2005 que ficou denominada como Cambaremys Langertoni. Uma justa homenagem a quem dedicou toda a sua vida a este ofício.

















Criação Artístita da tartaruga Pré-histórica Cambaremys Langertoni


Eurípedes Barsanulfo ajuda Langerton a encontrar fósseis em Peirópolis


De outra feita, na década de 80, as frentes de explorações haviam terminado suas atividades e não se achava mais postos de trabalho na região. Com isso o governo determinou os funcionários, não tendo mais escavações, voltassem para a sede do departamento que era em Belo Horizonte. Langerton voltou a se preocupar com a nova ameaça de deixar Peirópolis.

E num dia de preces em que seu coração estava mais apertado, viu o Espírito de Eurípedes Barsanulfo Chegar dizendo-lhe, lhe intuindo seguir para a Serra das Paineiras.

Envolvido pelo amorável benfeitor espiritual, para em determinado lugar começar a escavar, logo salta em suas mãos a escama de um peixe pré-histórico com cerca de 85 milhões de anos. Continua escavando e logo encontra um dente de dinossauro (o maior achado na América do Sul). Logo chega a ordem do Rio de Janeiro para continuar as escavações para alegria do médium e de todos.

Este sítio é explorado até hoje e de lá saíram muitos outros fósseis que lhe proporcionaram trabalho suficiente para concluir a sua missão como funcionário público nas escavações (Esta história foi narrada pelo Instituto de difusão espírita – IDE no Anuário Espírita de 1984).






























Imagem do Médium Langerton em suas atividades profissionais de escavações na região de Peirópolis



Em 1995, após 42 anos ininterruptos de trabalho, o médium obtinha a sua aposentadoria como funcionário do governo.

Dali para frente dedicou-se exclusivamente a divulgação da doutrina espírita e socorro aos sofredores de toda a sorte através da homeopatia do lar no campo da fitoterapia.





























Imagem do Benfeitor Espiritual Emílio Luz. Pintura mediúnica que o então médium de Pictografia Luiz Antônio Gasparetto fez em quando de sua visita a Peirópolis na década de 80. O Médium Langerton confirmou a autenticidade da pintura com os traços do benfeitor espiritual.



Geraldo Pereira Nunes



Jacupiranga/SP




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